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Caleidoscópio
de invenções: o menino, o avesso, o rabisco
por Paulo P. Nascentes (Autor) Formato: eBook
Kindle
Em
“Caleidoscópio de Invenções: o menino, o avesso, o rabisco”, o leitor é
convidado a atravessar um território onde a amizade, a imaginação e a palavra
se encontram para revelar o lado poético da vida.
Entre narrativas e poemas, Menin, Dorvalino e Sem Noção conduzem uma jornada
sensível que mistura ficção e lirismo, abrindo espaço para o encanto, a
reflexão e o inesperado.
Com delicadeza e leveza, a obra contrapõe a pressa e o mecanicismo do cotidiano
à riqueza da vida interior, lembrando que a arte é uma das formas mais
profundas de nos humanizar. Em meio às conversas e invenções dos personagens, a
poesia também olha para si mesma: questiona-se, revela seus caminhos e expõe,
de maneira franca, o próprio fazer poético.
Entre histórias, rabiscos e versos que se dobram sobre si mesmos, surge uma
pergunta que ecoa ao longo da leitura: em tempos tão automatizados e prosaicos,
ainda precisamos da poesia? Talvez este livro não traga uma resposta
definitiva, mas certamente reacende o olhar para encontrá-la.
Caleidoscópio de invenções: o menino, o avesso, o rabisco
Paulo P. Nascentes (Aŭtoro)
eBook Kindle
En “Caleidoscópio de
Invenções: o menino, o avesso, o rabisco”, la leganto estas invitata trairi teritorion
kie la amikeco, imago-povo kaj la vorto renkontiĝas por riveli la poeziaN flankoN de la vivo.
Meze al rakontoj kaj poemoj, Menin, Dorvalino kaj Sem Noção enkondukas senteblan
vojaĝon, kiu miksas fikcion kaj lirismo, kio malfermas spacon al sorĉo, pripenso kaj neatenditaĵo.
Kun
delikateco kaj leĝero, la verko kontraŭstaras la rapidemo kaj la mekanikismo de
la ĉiutago al la riĉeco de la interna vivo, nin memorigante, ke arto estas formo
la plej profunda por nin humanigi. Meze al babiladoj kaj inventoj de la roluloj,
la poezio ankaŭ rigardas al si mem: sin demandas, rivelas siajn vojojn kaj ekspozicias,
sincere, la poezifaradon mem.
Inter historioj, strekaĉoj kaj versoj, kiuj klinas sin sur si mem, ekaperas demando, kiu eĥas dum la
legado: en tempoj tiom aŭtomatizataj kaj vantema, ĉu ni ankoraŭ bezonas poezion?
Eble tiu libro ne portu definitivan respondon, sed certe reflamigas la rigardon
por ĝin trovi.
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