10/08/2026

CALEIDOSCÓPIO DE INVENÇÕES: o menino, o avesso, o rabisco

 

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Caleidoscópio de invenções: o menino, o avesso, o rabisco

por Paulo P. Nascentes (Autor) Formato: eBook Kindle


Em “Caleidoscópio de Invenções: o menino, o avesso, o rabisco”, o leitor é convidado a atravessar um território onde a amizade, a imaginação e a palavra se encontram para revelar o lado poético da vida.

Entre narrativas e poemas, Menin, Dorvalino e Sem Noção conduzem uma jornada sensível que mistura ficção e lirismo, abrindo espaço para o encanto, a reflexão e o inesperado.

Com delicadeza e leveza, a obra contrapõe a pressa e o mecanicismo do cotidiano à riqueza da vida interior, lembrando que a arte é uma das formas mais profundas de nos humanizar. Em meio às conversas e invenções dos personagens, a poesia também olha para si mesma: questiona-se, revela seus caminhos e expõe, de maneira franca, o próprio fazer poético.

Entre histórias, rabiscos e versos que se dobram sobre si mesmos, surge uma pergunta que ecoa ao longo da leitura: em tempos tão automatizados e prosaicos, ainda precisamos da poesia? Talvez este livro não traga uma resposta definitiva, mas certamente reacende o olhar para encontrá-la.


Caleidoscópio de invenções: o menino, o avesso, o rabisco

Paulo P. Nascentes (Aŭtoro) eBook Kindle


En “Caleidoscópio de Invenções: o menino, o avesso, o rabisco”, la leganto estas invitata trairi teritorion kie la amikeco, imago-povo kaj la vorto renkontiĝas por riveli la poeziaN flankoN de la vivo.

Meze al rakontoj kaj poemoj, Menin, Dorvalino kaj Sem Noção enkondukas senteblan vojaĝon, kiu miksas fikcion kaj lirismo, kio malfermas spacon al  sorĉo, pripenso kaj neatenditaĵo.

Kun delikateco kaj leĝero, la verko kontraŭstaras la rapidemo kaj la mekanikismo de la ĉiutago al la riĉeco de la interna vivo, nin memorigante, ke arto estas formo la plej profunda por nin humanigi. Meze al babiladoj kaj inventoj de la roluloj, la poezio ankaŭ rigardas al si mem: sin demandas, rivelas siajn vojojn kaj ekspozicias, sincere, la poezifaradon mem.

Inter historioj, strekaĉoj kaj versoj, kiuj klinas sin  sur si mem, ekaperas demando, kiu eĥas dum la legado: en tempoj tiom aŭtomatizataj kaj vantema, ĉu ni ankoraŭ bezonas poezion? Eble tiu libro ne portu definitivan respondon, sed certe reflamigas la rigardon por ĝin trovi.

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